
A rede Municipal de Saúde Mental no Brasil está cada vez mais aprimorada, além de contar com grandes profissionais da área, possui diversos serviços que atendem à sociedade como, Centros de Referência em Saúde Mental (CERSAM), Centros de Saúde com equipes de Saúde Mental, Centros de Convivência, Associação de Trabalho e Produção Solidária, Programa "De volta para a casa" com serviços residenciais terapêuticos, assistência à criança e ao adolescente, e também a alcoólatras e usuários de drogas. Na cidade de Belo Horizonte estão localizados nove Centros de Convivência, sendo três dentro de Centros de Apoio Comunitário, dois nos Centros de Saúde ou espaços destinados à Saúde Pública, e quatro com sede destinada especificamente para esse fim. Funcionam na parte da manhã e da tarde, das 08:30h às 18:00h, com oficinas em horários fixos. Esse projeto é mantido pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Prefeitura e ONGS, e tem como propósito a inclusão social de portadores de doença mental junto à sociedade.
O Centro de Convivência localizado no bairro Santa Helena, região do Barreiro, já existe há 11 anos e a coordenadora do local é a psicóloga Patrícia Moreira.
Segundo ela hoje são 800 pessoas inscritas nas oficinas, mas freqüentes estão 160. Patrícia explica que para um portador de sofrimento mental se incluir no projeto, é necessário que ele passe primeiro por um tratamento nos Centros de Referência em Saúde Mental (CERSAM) e que seja indicado por seu médico para se inscrever nas oficinas, além de ter que morar na regional onde está localizado o serviço de atendimento.
O Centro de Convivência da regional do Barreiro oferece diversas atividades como, oficinas de músicas, teatro, pintura, marcenaria, costura, artesanato, culinária e ginástica. Também proporciona passeios como idas ao cinema e atividades culturais. Esses trabalhos muita das vezes são expostos em feiras, e até mesmo vendidos, onde uma parte do lucro vai para quem o produziu e a outra parte é destinada ao Centro de Convivência, para compra de materiais. Além disso, Patrícia promove reuniões com os portadores de sofrimento mental junto de seus familiares, onde os mesmos têm oportunidades de dar depoimentos de como conviver com esse fato junto da sociedade.
Assim como o projeto em si, essas atividades estimulam o convívio e sociabilidade dos portadores de doença mental, fazendo com que essas pessoas tornem suas relações sociais e familiares mais ricas e criativas.
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Segundo ela hoje são 800 pessoas inscritas nas oficinas, mas freqüentes estão 160. Patrícia explica que para um portador de sofrimento mental se incluir no projeto, é necessário que ele passe primeiro por um tratamento nos Centros de Referência em Saúde Mental (CERSAM) e que seja indicado por seu médico para se inscrever nas oficinas, além de ter que morar na regional onde está localizado o serviço de atendimento.
O Centro de Convivência da regional do Barreiro oferece diversas atividades como, oficinas de músicas, teatro, pintura, marcenaria, costura, artesanato, culinária e ginástica. Também proporciona passeios como idas ao cinema e atividades culturais. Esses trabalhos muita das vezes são expostos em feiras, e até mesmo vendidos, onde uma parte do lucro vai para quem o produziu e a outra parte é destinada ao Centro de Convivência, para compra de materiais. Além disso, Patrícia promove reuniões com os portadores de sofrimento mental junto de seus familiares, onde os mesmos têm oportunidades de dar depoimentos de como conviver com esse fato junto da sociedade.
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